Revista Série Z BOLA DE CAPOTÃO,LAS FERAS MEIA BOCA,PIAUÍ Las Feras Meia Boca: os estrangeiros do futebol piauiense

Las Feras Meia Boca: os estrangeiros do futebol piauiense



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Você lembra o que fazia em 23 de agosto de 2018? Essa é a data da última publicação do especial Las Feras Meia Boca, que reúne jogadores estrangeiros de qualidade duvidosa (com poucas exceções) que passaram por clubes que passaram a contratar jogadores estrangeiros mais recentemente. Foi assim que ocorreu quando falamos sobre Ponte Preta, CRB, Santo André e Santos (AP).

Dessa vez, nosso especial é diferente, pois nosso foco está em um estado específico: o Piauí! Separamos o período da última década para conferir quais jogadores estrangeiros jogaram no estado nordestino e verem onde estão atualmente ou se aposentaram. Além disso, temos um bônus para dois casos de brasileiros que se naturalizaram após passarem pela região.

Freddy Batista – Fluminense (2022)

Em novembro, o colombiano faz 21 anos e não tem histórico no futebol local. Há dois anos, ele começou a carreira profissional no Brasilis (SP). Na temporada seguinte, ele chegou ao Fluminense, onde atuou no time profissional e no sub-20 – quando foi campeão estadual da categoria. Na temporada atual, disputou a Copa São Paulo pelo clube e fez quatro partidas na Série D, sem entrar na campanha de título estadual.

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Yerien – Parnahyba (2022 e 2017)

Aos 17 anos, o nigeriano veio ao Brasil por uma nova vida. Passou por diversas dificuldades, chegando a ficar ilegal no país. Desde 2011 que consegue viver do futebol, onde fez toda carreira. Por duas vezes, passou pelo Parnahyba. A primeiro foi em 2017, vindo do Manaus, e na temporada atual, após chegar do Horizonte. No total, ele tem 19 jogos e quatro gols, sendo cinco partidas e um tento no Piauiense 2022. Está sem clube atualmente!

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Lázaro Zoppi – Picos (2021)

Em 2019, o atacante uruguaio era jogador do Rio Negro City, focada nas categorias de base. Depois disso, chegou ao Brasil. Em 2021, depois de jogar pela segunda temporada consecutiva pelo Icasa, ele acertou a ida para o Picos, onde disputou o Estadual e a preliminar da Série D, fazendo três gols em nove partidas.

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Nahuel Cisneros – Parnahyba (2021)

Formado no Boca Juniors, o meia se transferiu para a base do Villarreal, mas logo voltou para a Argentina, onde esteve no time de jovens da Defensa y Justicia e Newell’s Old Boys. Em 2019, o Náutico o contratou, fui dispensado e ficou um ano sem atuar. O Parnahyba foi lá e contratou o jogador para o Piauiense 2021, quando fez 10 partidas e nenhum gol. Em junho do mesmo ano, ele foi denunciado pela esposa por agressão. Ele está na segunda temporada de futebol boliviano, onde atua no Universitário Sucre.

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Eduardo Echeverría – Altos (2020)

Há sete temporadas no futebol brasileiro, com quatro títulos estaduais conquistados e acessos na Série B 2018 com o CSA e Série C 2016 com o ABC. Com passagens por clubes alternativos do Paraguai, o atacante faz carreira aqui e é o único estrangeiro da história do Jacaré. Em 2020, ele fez nove jogos no primeiro semestre, com um gol marcado. O paraguaio disputou a Série D 2022 pelo Cascavel.

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Os naturalizados pós-Piauí

Rogerio Machado Pereira jogou pelo Flamengo em 2001. Logo depois, fez carreira no Vietnã, com 11 temporadas no país, onde se naturalizou e passou a ser chamado de Nguyen Rogério, sobrenome (ou nome) de 40% de população vietnamita, que foi usado por uma dinastia familiar para não sofrer perseguição. Rogerinho, como era chamado, foi determinante na campanha de oitavas de final da Copa do Brasil 2001, onde fez dois gols, incluindo o que eliminou o Sport na segunda fase.

No rival River, meia Salomão Salha é filho de pai libanês, o que deu entrada para ele se transferir e jogar no país. Antes, ficou seis temporadas no clube até ir para a Ásia, onde ficou seis temporadas, onde defendeu o Al-Hekmeh e Safa Beirut. Nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2002, ele fez cinco dos seis jogos da seleção na disputa.

Salomão esteve no elenco campeão piauiense em 1995, 1999 e 2000

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