Guia do Paranaense Segunda Divisão 2020

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Foram 175 dias que separam a data da primeira versão da tabela do Paranaense Segunda Divisão para enfim as equipes entrarem em campo oficialmente. A competição que dá acesso à elite estadual é a segunda a iniciar após a paralisação do futebol nacional, sendo que o Carioca Série B1 foi a primeira, desconsiderando as quatro divisões nacionais.

Dez equipes buscam as duas vagas de acesso. Dessas, apenas um rebaixado de 2019 está confirmado, o Maringá, já que o Foz do Iguaçu se licenciou, com certa obrigação de subir. Os remanescentes da temporada são Apucarana Sports, Batel, Independente São-Joseense, Nacional, Prudentópolis e Rolândia, sendo que a quarta equipe disputará o estadual paralelamente a Série D. Da Terceirona Paranaense, vieram três equipes: Andraus, Araucária e Azuriz, sendo que os dois últimos disputam pela primeira vez a competição, devido as desistências do Foz, como citado, e o Arapongas, vice da terceira divisão que não se inscreveu para o certame.

Na primeira fase, as equipes se enfrentam em turno único, com os quatro primeiros se garantindo nas semifinais, onde se enfrentam em ida e volta. Os vencedores fazem a final e garantem vaga no Paranaense 2021. Serão menos de dois meses de competição, sem público, como o momento pede e nesse guia, você confere as informações de cada clube, uma seleção dos famosos que vão atuar na Segundona, os estádios e um desafio especial para você descobrir os campeões de cada edição. Aproveite!

Para surpreender novamente

por Gabriel Sawaf, jornalista convidado

Durou pouco a passagem do Andraus pela Terceirona do Paranaense. O escrete de Campo Largo sobe com a conquista do certame no ano passado e um dado que da moral para o time: são sete jogos sem perder, todos sem levar gols. Mas quem pensa que o Gigante da Pedreira vem novamente para brigar na parte inferior da tabela, se engana. O Auriazul vem forte para, pela primeira vez, disputar fortemente o acesso e chegar logo de cara na primeira divisão.

Para isso, o Andraus manteve boa parte do elenco que conquistou a Terceirona no ano passado, tendo como destaque o volante Paulo Henrique, que disputou o Paranaense pelo Rio Branco, e o treinador Norberto Lemos. As únicas baixas na Pedreira foram os zagueiros Erwin e Salazar, este que disputa a Série B do Brasileiro para o Paraná Clube.

Para fortalecer ainda mais o elenco, o time de Campo Largo trouxe reforços que possuem passagens por times tradicionais do futebol brasileiro, com os zagueiros Gessé, ex-Londrina; Fávaro, ex-Avaí e Maurício, ex-Figueirense. O lateral-esquerdo Jonathan, que tem passagem pelo Palmeiras, o goleiro Bertiol, do Rio Branco, o ponta Rian, que já atuou pelo Andraus e estava no Athletico, e o atacante Romário, ex-Ceará e Icasa.

DESTAQUE: Paulo Henrique | 33 anos, volante | Desde 2011, o defensor ficou fora do futebol paranaense por apenas dois anos. Ele fez parte do elenco campeão da Terceirona Paranaense em 2019 e estava no Rio Branco

Foto: Gabriel Sawaf

RETROSPECTO: é a quinta participação do clube de Campo Largo, com um modesto 5º lugar em 2016 como melhor campanha. Esteve no escalão ainda em  2015, 2017 e 2018

Os especialistas em Segundona

por Felipe Augusto, editor da Revista Série Z

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O Apucarana Sports teve dois times diferentes na edição da Divisão de Acesso de 2019. Na primeira fase, a equipe só não brigou para não cair, devido a perda de pontos do rebaixado Paranavaí, passando em 6° lugar. Na etapa seguinte, tudo mudou, com a equipe fazendo 10 pontos em seis jogos, dois pontos a menos que na fase anterior onde teve nove partidas. O acesso ficou perto, com a chegada na semifinal. Para repetir, mas chegar na decisão, a equipe montou um elenco com mais da metade do elenco com experiência na divisão. São vários nomes conhecidos no futebol do estado, como o goleiro Rudi, o lateral Biro Biro, os volantes Bruno Alemão e Serginho Paulista e os meias Sato e Júlio Pacato. Bruno Saymon, de 33 anos, é o jovem treinador do clube vindo da categoria de base do Verê.

DESTAQUE: Biro Biro | 28 anos, lateral-esquerdo | De característica ofensiva, Biro Biro estava no River, onde foi campeão piauiense em 2019. No Paraná, subiu com o Prude para a primeira divisão e venceu a Taça FPF com o Maringá

Foto: ASCOM/Apucarana SC

RETROSPECTO: é a sexta participação do clube – sendo que uma foi com o nome Grêmio Araponguense – com a melhor campanha em 2019, quando ficou em quarto

O caçula quer voar

por Dudu Nobre, jornalista do Do Rico ao Pobre

Com apenas dois anos de vida, o Araucária já viveu grandes emoções. Em 2019, a tristeza na Terceirona por ter deixado o acesso escapar após a melhor campanha da primeira fase. Mas a alegria veio em 2020, já que devido a desistências o time herdou uma vaga na Segundona.

Por isso, o Cacique aposta na sequência para chegar a elite, mantendo 11 atletas do ano passado e o técnico Ary Marques. Dentre as poucas baixas, o camisa 9 Bruno Lopes, que saiu às vésperas do início. Mas o clube também foi ao mercado e trouxe 10 reforços, com destaque para o goleiro Lucas e o atacante Afonso, que estavam no PSTC semifinalista do estadual em 2016. Com pés no chão e cabeça nas nuvens, o Araucária quer seguir em alta no futebol paranaense.

DESTAQUE: Rodrigo Mancha | 34 anos, zagueiro | Está no segundo ano de clube e tem passagens por Coritiba, Santos, Sport e Vitória

Foto: Igor Barrankievicz/Araucária EC

RETROSPECTO: primeira participação

O início do Projeto 2030

por Felipe Augusto, editor da Revista Série Z

Assim como o Araucária, o Azuriz garantiu a vaga na Segundona Paranaense após a nossa publicação do Guia do Debutantes dos Estaduais 2020. Nesse período até ser confirmado, o clube firmou parceria para mandar os jogos em Pato Branco, mesmo com o CT permanecendo em Marmeleiro. Em abril, em entrevista a Banda B, o presidente Pedro Weber falou sobre os objetivos da equipe, sendo que o mais ousado é chegar até o Brasileiro Série B em 2030. Para iniciar esse trajeto, o clube contratou Reginaldo Vital para o comando técnico, que por duas vezes foi campeão da divisão com o PSTC, em seis anos de trabalho no clube. O clube é focado na revelação de jogadores, mas a aposta é em um elenco de contratações, com jogadores vindos de clubes como União Beltrão, Cuiabá e Operário (MT), com destaque para os laterais Igor Bosel e Neuton, o zagueiro Samuel e o volante equatoriano Kevin Arroyo, o único estrangeiro da competição.

DESTAQUE: Neuton | 30 anos, defensor | Formado no Grêmio, o jogador passou por Watford, Udinese e Granada e estava no Ypiranga de Erechim

Foto: ASCOM/Azuriz FC

RETROSPECTO: primeira participação

Depois dos problemas, enfim, o futebol

por Felipe Augusto, editor da Revista Série Z

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Todos os clubes da Segundona Paranaense foram afetados pela pandemia do novo Coronavírus, mas o Batel vivia com problemas desde o início do ano. A equipe participou do arbitral, por meio de uma decisão judicial, pois não se inscreveu a tempo. De início, estava fora da competição, mas conseguiu reverter a situação nos tribunais para reassumir a vaga que havia ficado com o Iguaçu. Depois disso, mais problemas: em março, a sede foi alvo de vandalismo, com os novos uniformes sendo queimados, um caso que ainda não foi elucidado completamente.

A paralisação do futebol nacional gerou dúvidas no clube que chegou a fazer ações para comprar colchões para o alojamento, mas deu o tempo para pensar em um time. A equipe se prepara desde o início de setembro, apostando em uma mescla de faixa etária, onde se destacam o lateral Thiaguinho (que passou pelo clube em 2014); o volante Rafael e o atacante Renatinho, vindos do Igrejinha; e o zagueiro Hiago, que veio do Pontaporanense. O jovem Ronaldo Nascimento, 33 anos, é o treinador da equipe.

DESTAQUE: Thiaguinho | 32 anos, lateral-esquerdo | Tem passagem por oito clubes paranaenses diferentes

Foto: Lucas Herdt/Correio do Cidadão

RETROSPECTO: dez participações, incluindo as três últimas temporadas. Melhor campanha foi o vice-campeonato em 1998

Chega de zica

por Gabriel Sawaf, jornalista convidado

Foram dois certames em que a frase “será que agora vai?” rondou o Estádio do Pinhão. Infelizmente, em ambas as vezes, a decepção veio e o time da Região Metropolitana de Curitiba não conseguiu o acesso. Como já diria o poeta “é tempo de apreender” e o São Joseense aprendeu com seus tropeços e renovou toda a equipe para a disputa da Divisão de Acesso em 2020, uma vez que os times-bases de 2018 e 2019 eram muito parecidos.

Porém, apesar de algumas caras novas, as principais são conhecidas no Estádio do Pinhão. O clube trouxe novamente o atacante Robinho, artilheiro na conquista da Terceirona de 2017 e o comandante daquela época, Ageu Gonçalves, que treinou o São Joseense no título e também na primeira fase da Divisão de Acesso em 2018, quando deixou a equipe para trabalhar nas categorias de base do Cruzeiro. O retrospecto de Ageu é invejável, já que nunca perdeu jogando em casa e possui só uma derrota em 22 jogos. Para dar aquela dose de experiência, o Tricolor trouxe o lateral-esquerdo Ricardinho, que tem passagens por Coritiba e Atlético/MG, para ajudar no tão sonhado sonho de conquistar o acesso.

DESTAQUE: Ricardinho | 36 anos, lateral-esquerdo | Revelado no Coritiba, o lateral ficou dez temporadas na Europa, sendo seis anos da Suécia, onde conquistou três campeonatos nacionais e participou de cinco partidas da Liga dos Campeões 2014/15

Foto: ASCOM/ISJ

RETROSPECTO: disputou a divisão em 2018 (3º lugar) e 2019 (7º lugar)

Igual e diferente

por Felipe Augusto, editor da Revista Série Z

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O título para o texto do MFC pode parecer impossível, mas faz todo sentido para o tricolor maringaense. Quando disputou o Paranaense pela primeira vez, em 2014, e logo chegou a final, a torcida esperava por anos de estabilidade na elite estadual, mas não foi o que ocorreu, com duas quedas desde então, ou seja, o igual se aplica nesse histórico. Mas e o diferente? Nas duas vezes que subiu para a primeira divisão, a equipe apostou em um elenco experiente. Segundo dados do oGol.com, o elenco de 2013 tinha média de idade de 27,92 anos, enquanto em 2017, junto com os jogadores que disputaram a Taça FPF, a média chegou a 24,46. Até o fechamento desse texto, o elenco desse ano tem 21,79 anos, uma filosofia diferente.

Entre os mais novos, os destaques ficam por conta do zagueiro Sheldon e o atacante Amarildo. Para dar sustentação a equipe, os mais experientes são o goleiro André Ferlini (28), o zagueiro Lucas Cezane (28) e os meias Júnior Paraíba (32) e Rafael Xavier (34). Na véspera do início da competição, o clube anunciou mais alguns jogadores experientes, como a volta do lateral Denis Neves, 30 anos, e o meia-atacante Felipe Saraiva, vindo da Ponte Preta. Beto Portella será o treinador, após o clube dispensar Pachequinho para controlar as finanças.

DESTAQUE: Lucas Cezane | 28 anos, zagueiro | Foi um dos destaques do Monte Azul na campanha de quartas de final do Paulista Série A-2 2020

Foto: Rodrigo Araújo/Maringá FC

RETROSPECTO: são quatro participações (2011 a 2013 e 2017), com títulos nas duas últimas participações

Dois caminhos

por Yuri Casari, jornalista do Do Rico ao Pobre

Das três equipes paranaenses no Campeonato Brasileiro da Série D, apenas o Nacional de Rolândia está disputando simultaneamente outra competição. O surpreendente título da Taça FPF em 2019 deu ao clube o direito de disputar o certame nacional, causando a jornada dupla. Com um orçamento enxuto e um elenco jovem, o Nacional não vai priorizar uma competição ou outra, e espera ao menos não passar o sufoco do ano passado na Divisão de Acesso, quando foi a primeira equipe fora da zona do rebaixamento para a Terceirona. A ideia é, ao menos, repetir a postura da segunda fase, em que o Nacional não foi para a disputa das semifinais pelo saldo de gols, ainda que tenha tido um desempenho irregular. Além de ter mantido uma boa parte do time campeão da Taça FPF, o NAC também trouxe alguns reforços do Flamengo de Guarulhos. Outro desafio do time comandado pelo técnico Rafael Andrade, é superar a morte do presidente José Danilson, assassinado no dia 16 de setembro, por um ex-atleta do clube.

DESTAQUE: Cadinho | 23 anos, meio-campo | Foi revelado pelo Avaí e está no segundo ano de futebol paranaense após defender PSTC e São-Joseense

RETROSPECTO: é o clube da edição 2020 com mais participações na Segunda Divisão, com 22 aparições. Foi campeão em 2003 e 2008. Voltou ao escalão na temporada passada

Mesmo treinador, elenco diferente

por Felipe Augusto, editor da Revista Série Z

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Para quem acompanhou a última partida do Prude em 2019, quando precisava vencer o União Beltrão para retornar a elite, olhará os 14 jogadores que estiveram em campo e o treinador e verá as profundas mudanças que aconteceram no time. Apenas Dudu Salles, o treinador, se manteve para 2020. Ele promoveu uma mudança completa no elenco, com nenhum resquício da temporada anterior. A equipe começou a preparação para a Segundona no final de agosto, com um elenco de média de idade de 23,5 anos, por coincidência, a mesma de 2019, apesar das mudanças. Os maiores destaques são o lateral Adriano (29), o zagueiro Rodrigo Paganelli (30), o meia Fabinho Paulista (31) e os atacante Maicon Esquerda (30) e Alex Santos (26). O Prude terá que provar dentro de campo para disputar a elite paranaense pela sexta vez.

DESTAQUE: Fabinho Paulista | 31 anos, meia-atacante | É o oitavo estado em que joga, após duas passagens no Cascavel CR, incluindo a passagem de apenas oito minutos em campo nessa temporada

RETROSPECTO: são seis participações na Divisão de Acesso, incluindo um título, em 2009, quando ainda se chamava Serrano Centro-Sul

O retrato do momento

por Felipe Augusto, editor da Revista Série Z

Quando o primeiro arbitral da Segunda Divisão do Paranaense foi realizado, o REC tinha anunciado a contratação de Milton do Ó para o comando. Veio a paralisação do futebol nacional e a indefinição sobre o início do campeonato. No final de junho, a equipe teve que liberar todos os jogadores e o planejamento refeito, com Milton assumindo a gerência de futebol, recomendando o nome de João Antonio, de apenas 24 anos, para ser o treinador. A equipe “rodou” o Brasil para contratar reforços em Alagoas, São Paulo e Paraná, como Robson e Gian Luca, ex-PSTC; Bruno Andrade, do Rio Branco, e os jovens Gustavo Henrique e Sacoman, advindos do sub-19 do Paraná.

DESTAQUE: Bruno Andrade | 35 anos, atacante | O REC é o sétimo clube paranaense de Bruno, sendo que tem cinco passagens pelo Iraty e quatro pelo Rio Branco

Foto: Bruno Covello/Gazeta do Povo

RETROSPECTO: fundado em 1973, o Rolândia está em atividade desde 2017, tendo duas passagens nesta divisão nas últimas temporadas, com um 6º lugar em 2018 e oitavo em 2019

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Uma seleção de “famosos aqueles” do certame

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Nos últimos anos, a Segunda Divisão do Paraná vem trazendo nomes conhecidos não apenas do futebol local, mas do Brasil, também. Para 2020, os dez clubes foram capazes de trazer 11 jogadores que formassem uma seleção no 4-4-1-1, com um meio-campo composto por volantes. São jogadores que tiveram certo destaque ou que passaram por divisões como Série A ou B. Na seleção abaixo, nós não repetiremos o texto de apresentação de alguns jogadores que foram citados como destaques da equipe.

Arte: Felipe Augusto/Revista Série Z – Proibida a reprodução sem a devida autorização

André Ferlini (Maringá): é a terceira passagem do arqueiro pela equipe da Cidade Canção. Ele foi formado nas categorias de base do Santos e foi convocado para o Mundial Sub-17 de 2009, quando foi um dos reservas de Alisson, atual Liverpool e titular da seleção.

Foto: Rodrigo Araújo/Maringá FC

Adriano Lara (Araucária): o lateral foi formado no JMalucelli e é um dos poucos casos de atletas com passagem pelo Trio de Ferro de Curitiba. Entre 2010 e 2012, ele esteve no elenco do Atlético Goianiense na Série A, além de uma passagem pela primeira divisão portuguesa com o Rio Ave.

Foto: Igor Barrankievicz/Araucária EC

Alex Fraga (Araucária): desde 2006 como jogador profissional, o zagueiro formado no Athletico teve apenas dois anos fora do Paraná. Não foi tão aproveitado no Furacão, com 27 participações com o clube na Série A. Foi um dos ídolos da história do JMalucelli, onde ficou por oito anos.

Foto: Igor Barrankievicz/Araucária EC

Neuton (Azuriz)

Ricardinho (Independente São-Joseense)

Rodrigo Mancha (Araucária)

Camargo (Araucária): o melhor momento da carreira do volante foi entre 2009 e 2013. Nas três primeiras temporadas desse período, ele defendeu a camisa do Paraná, garantindo uma transferência para o Houston Dynamo depois, onde jogou a MLS

Foto: Igor Barrankievicz/Araucária EC

Serginho Paulista (Apucarana Sports): formado no São Paulo onde fez apenas duas partidas, mas na campanha do título brasileiro de 2007, o volante é um caso raro de ser bem lembrado pelas três principais cidades do futebol interiorano do estado: Londrina, Maringá e Ponta Grossa, sendo que pelo Operário foi campeão da Série D e Série C.

Foto: Bianca Machado/Operário FEC

Kevin Arroyo (Azuriz): ele não é famoso, mas merece estar na lista por ser o único estrangeiro a disputar a segunda divisão paranaense. Ele é equatoriano e estava no Rio Branco de Paranaguá. Em 2019, ele fez sete partidas pela primeira divisão nacional, onde defendeu Aucas e Emelec (inclusive esteve no banco de reservas em duas partidas da Libertadores).

Foto: ASCOM/CS Emelec

Felipe Saraiva (Maringá): a contratação mais surpreendente desse Paranaense Segunda Divisão foi feita pelo Maringá, que anunciou o meia-atacante que foi formado pela Ponte Preta, com mais de 60 partidas e cinco gols com a camisa da Macaca.

Hugo Almeida (Independente São-Joseense): em 2003, como jogador do Botafogo, o centroavante fez parte do elenco campeão mundial sub-17. Ele teve várias passagens pela Série A e B, com times como Coritiba, São Caetano, Goiás, Paraná e América Mineiro.

Foto: ASCOM/ISJ
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Viaje pelos estádios da divisão nesse mapa interativo


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