Alki Oroklini: o efeito homenagem do novato cipriota – #DebutantesEuropa

Fundado em 1979, como Omonia Oroklinis, esse nome “não trouxe” sucesso para a equipe que vivia nas divisões menores do Chipre, principalmente, na quarta divisão, até que em 2014, o tradicional Alki Larnaca decretou falência e o presidente do Omonia Oroklinis, Andreas Loppas teve uma ideia. Ele, torcedor do Alki Larnaca resolveu mudar o nome e cores do clube e em um lance, o futebol cipriota ganhou uma nova história…

Contra o efeito Karmiotissa

A homenagem ao Alki original teve efeito. Na temporada 2014/15, a equipe estava na quarta divisão e só acumulou acessos a partir daquela temporada, com dois títulos: Division D 2014/15 e Division B 2016/17. Na época passada, a campanha foi tranquila, com 21 vitórias em 26 jogos, o melhor ataque (60) e a melhor defesa (15).

Toda essa empolgação é bem parecida com a que viveu o Karmiotissa Pano Polemidion, que teve ascensão semelhante, campanha tranquila na segunda divisão, mas sucumbiu na temporada de debute na A Kategoria, de forma triste, pois a equipe fez boa campanha na temporada regular, mas caiu vertiginosamente na repescagem. É esse roteiro que o Alki Oroklini não pode repetir.

Como é comum no futebol do Chipre, a equipe que sobe refaz todo elenco para a temporada seguinte. Outra coisa corriqueira é que figurinhas carimbadas do esporte local estão nessa barca e neste caso, o defensor Johan Letzelter e o meia Pablo Suárez são os representantes.

Entre os contratados, a maioria é estrangeira, característica da liga cipriota que tem mais jogadores de fora do que locais. Entre os reforços, destaque para o defensor francês Abdelaye Diakité (Siracusa, da Itália), os meias Chafik Tigroudja (Les Herbies, da França), Jean-Baptiste Pierazzi (Paris FC) e Bilal Hamdi (Sedan) e o atacante Radoslav Vasilev (Septemvri Sofia, da Bulgária).

O primeiro objetivo é não ser rebaixado diretamente, fazer uma pontuação digna e conquistar a permanência na repescagem. A luta é contra o bate volta peculiar do Campeonato Cipriota.

O craque

Jean-Baptiste Pierazzi | 32 anos, meio-campo

Por quase uma década, Pierazzi foi jogador do Ajaccio, teve a experiência de jogar a Ligue 1, até que foi para a MLS, atuar pelo San Jose Earthquakes. Na última temporada, era meia do Paris FC, que estava na terceira divisão francesa. Chega a Orokilini com um currículo legal para o padrão do elenco.

Estádio

Ammochostos (5.500 pessoas)

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