A linha do tempo de classificação à Série D 2018

*Atualizado em 26/11/2017, às 09h25

Desde o começo do ano estamos atentos a formulação da Série D 2018. Pelo segundo ano consecutivo, todos os campeonatos e copas estaduais de uma temporada definirão os representantes da quarta divisão seguinte.

São 68 equipes na Série D, sendo que quatro são os rebaixadas da Série C e os outras 64 se garantem via estadual. É possível que tenhamos uma mudança no formato da “Quartona” em 2018? Perfeitamente! Porém, as últimas alterações foram para aumentar o número de equipes, desde que não se crie uma nova divisão (o que sonhamos, mas não acreditamos)!

Os 27 campeonatos estaduais têm equipes definidas, o que dá um número de mais de 215 equipes lutando por 59 vagas via Estadual. O número crescerá a partir do momento que equipes de segunda e terceira divisão disputarão outras seis vagas (número de clubes classificados dessa forma para 2017) via copas estaduais.

Dessa forma, arriscamos que cerca de 250 clubes estarão nessa luta, mesmo que o número possa chegar a quase 300 times.

Nessa linha do tempo, temos três tipos de informação. A primeira é quanto ao número de clubes que lutam por vaga pelo número dos que podem disputar, ou seja, sem considerar equipes das três primeiras divisões nacionais. Em seguida, apresentamos as possíveis datas em que equipes podem se classificar para a edição, sendo que a última ou única data é a de definição. Por último, os clubes aptos a disputarem vaga, sendo que em quatro casos temos equipes de divisões menores que podem disputar as copas dos respectivos estados que dão vaga à Série D.

Como essa lista será permanentemente atualizada, temos uma espécie de legenda para você entender a situação de cada clube: classificado, novo classificado, com chance, sem chance, nova chance via copa/seletiva e assumiu a vaga por acesso de outra equipe. Confira  a lista:

 

São Paulo

26/11 | UMA VAGA de COPA

Copa: Água Santa, Juventus, Penapolense, Portuguesa, São Caetano, Taubaté, Velo Clube, Atibaia, Desportivo Brasil, Inter de Limeira, Nacional, NoroestePortuguesa Santista, Rio Branco, Taboão da Serra e XV de Piracicaba

Estadual: Osasco Audax, Ferroviária, Ituano, Linense, Mirassol, Novorizontino, Red Bull Brasil, São Bernardo e Santo André

DEFINIDO

Série C 2017

(10/10 e 10/10) | 10/9

Grupo A: ASA, Botafogo-PB, Confiança, CSA, Cuiabá, Fortaleza, Moto Club, Remo, Salgueiro e Sampaio Corrêa

Grupo B: Botafogo-SP, Bragantino, Joinville, Macaé, Mogi Mirim, São Bento, Tombense, Tupi, Volta Redonda e Ypiranga

Acre

(8/8 – oito de oito clubes têm chance de classificação)

Alto Acre, Andirá, Atlético Acreano, Galvez, Humaitá, Plácido de Castro, Rio Branco e Vasco

Amapá

(6/6)

Independente, Macapá, São Paulo, Santos, Trem e Ypiranga

Amazonas

(11/11)

Fast Clube, Manaus, Nacional, Princesa do Solimões, São Raimundo, Rio Negro, CDC Manicoré, Holanda, Penarol e Tarumã

Pará

(8/10)

Águia de Marabá, Cametá, Castanhal, Independente, Paragominas, Pinheirense, São Francisco e São Raimundo

Rondônia

(8/8) | 21/6

Ariquemes, Barcelona, Genus, Guajará, Ji-Paraná, Real Ariquemes, Rondoniense e Vilhena

Roraima

(6/6)

Atlético Roraima, Baré, GAS, Náutico, Real e São Raimundo

Tocantins

(8/8)

Capital, Colinas, Gurupi, Interporto, Paraíso, Sparta, Tocantinópolis e Tocantins de Miracema

Alagoas

(7/10)

CEO, Coruripe, CSE, Miguelense, Murici, Santa Rita e Sete de Setembro

Bahia

(9/11)

Atlântico, Bahia de Feira, Flamengo Guanambi, Fluminense de Feira, Galícia, Jacobina, Jacuipense, Juazeirense e Vitória da Conquista

Ceará

(8/10)

Ferroviário, Guarani Juazeiro, Guarany Sobral, Horizonte, Itapipoca, Maranguape, Tiradentes e Uniclinic

Maranhão

(6/8)

Americano, Cordino, Imperatriz, Maranhão, Santa Quitéria e São José

Paraíba

(9/10)

Atlético Cajazeirense, Auto Esporte, Campinense, CSP, Internacional, Paraíba, Serrano, Sousa e Treze

Pernambuco

(8/12)

Afogados, América, Atlético Pernambucano, Belo Jardim, Central, Flamengo de Arcoverde, Serra Talhada e Vitória das Tabocas

Piauí

12/11 | UMA VAGA de COPA

4 de Julho, Altos, Flamengo, Parnahyba, Piauí, Picos e River

Rio Grande do Norte

(7/8)

Alecrim, América, ASSU, Baraúnas, Globo, Potiguar e Santa Cruz

Sergipe

(9/10)

Amadense, Boca Júnior, Botafogo, Dorense, Estanciano, Frei Paulistano, Itabaiana, Lagarto e Sergipe

Distrito Federal

(12/12)

Atlético Taguatinga, Brasília, Brasiliense, Ceilândia, Formosa, Gama, Luziânia, Paracatu, Paranoá, Real, Santa Maria e Sobradinho

Goiás

(7/10)

Anápolis, Aparecidense, CRAC, Goianésia, Iporá, Itumbiara e Rio Verde

Mato Grosso

(8/10)

Araguaia, Cacerense, Dom Bosco, Mixto, CEOV, Operário, Sinop e União Rondonópolis

Mato Grosso do Sul

(12/12)

Águia Negra, Comercial, Corumbaense, Costa Rica, Ivinhema, Naviraiense, Novo, Operário, SERC, Sete de Dourados, União/ABC e Urso Mundo Novo

Espírito Santo

(Estadual [1] | Copa [1])

Atlético Itapemirim, Desportiva, Doze, Espírito Santo, Linhares, Real Noroeste, Rio Branco, São Mateus, Tupy e Vitória

Minas Gerais

(7/12)

América Teófilo Otoni, Caldense, Democrata-GV, Tricordiano, Uberlândia, URT e Villa Nova

Rio de Janeiro

(Estadual [2] | Copa [1])

Copa: Americano, Audax Rio, Barcelona, Carapebus, Itaboraí, Olaria, São Gonçalo e Serrano

Bangu, Boavista, Bonsucesso, Cabofriense, Campos, Madureira, Nova Iguaçu, Portuguesa, Resende e Tigres do Brasil

Paraná

05/11 | UMA VAGA de COPA

Copa: Andraus, Iraty, Maringá, Operário, Paranavaí e Portuguesa Londrinense

Cascavel, Cianorte, Foz do Iguaçu, J.Malucelli, Prudentópolis, PSTC, Rio Branco e Toledo

Rio Grande do Sul

29/10 | UMA VAGA de COPA

Copa: Bagé, Guarany Bagé, Pelotas, Aimoré, Igrejinha, Real de Capão da Canoa, Nova Prata, Três Passos

Caxias, Cruzeiro, Novo Hamburgo, Passo Fundo, São José, São Paulo e Veranópolis

Santa Catarina

(5/10)

Almirante Barroso, Atlético Tubarão, Brusque, Inter de Lages e Metropolitano

———- A linha do tempo ———-

1° Belo Jardim – 25/01

2° Central – 25/01

Globo – 5/03 (ASSU – 11/08)

4° Flamengo de Arcoverde – 8/03

5° Fluminense de Feira – 19/03

6° São Raimundo/PA – 22/03

7° Independente – 22/03

8° Aparecidense – 22/03

9° Sinop – 22/03

10° Guarani de Juazeiro – 26/03

11° Ferroviário – 26/03

12° Linense – 26/03

13° Novorizontino – 26/03

14° Mirassol – 29/03

15° Nova Iguaçu – 30/03

16° Caldense – 1/04

17° Cordino – 1/04

18° Iporá – 2/04

19° URT – 2/04

20° Madureira – 2/04

21° Brusque – 2/04

22° Dom Bosco – 4/04

23° Vitória da Conquista – 5/04

24° Jacuipense – 5/04

25° Novo Hamburgo – 9/04

26° Caxias  – 9/04

27° Murici  – 9/04

28° Itumbiara – 9/04

29° Uberlândia – 9/04

30° Rio Branco – 9/04

31° Cianorte – 12/04

32° Prudentópolis – 12/04

33° Santa Rita – 12/04

34° Itabaiana – 12/04

35° Baré – 13/04

36° Atlético Tubarão – 15/04

37° América/RN – 19/04

38° Imperatriz – 20/04

39° Brasiliense – 23/04

40° Ceilândia – 23/04

41° Corumbaense – 23/04

42° Treze – 23/04

43° Campinense – 23/04

44° Inter de Lages – 23/04

45° Novo – 23/04

46° Atlético Acreano – 24/04 (Plácido de Castro – 13/08)

47° Sergipe – 25/04

48° Sparta – 29/04

49° Interporto – 29/04

50° São Raimundo/RR – 05/05

51° Atlético Itapemirim – 06/05

52° Altos – 17/05

53° Nacional – 31/05

54° Manaus – 01/06

55° Real Ariquemes – 22/06

56° Barcelona – 25/06

57° Santos/AP – 18/08

58° Macapá – 21/08

59° Mogi Mirim – 27/08

60° ASA – 01/09

61° Macaé – 09/09

62° Moto Club – 09/09

63° Americano – 27/09

64° Espírito Santo – 01/10

65° São José/RS – 29/10

66° Maringá – 05/11

67° 4 de Julho – 11/11

68° Ferroviária – 25/11

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89 comentários em “A linha do tempo de classificação à Série D 2018

  1. RAIDER LOPES MARTINS 2 jan 2018 — 13:11

    A questão dos estaduais eu penso assim.

    Se acabar ou mesmo tirar os grandes ou transformar em divisões inferiores acabaria matando os poucos clubes que restam. Os estaduais da forma que estão hoje, com um teto de 18 datas está ótimo. Formato simples, curto e objetivo, seja para os grandes ou menores centros. Eu defendo ainda os estaduais com os grandes e com regulamento simples. O calendário propicia a isso com sobras.

    Ah mas o torneio não atrai torcida e os pequenos só sobrevivem por X meses e tal?! O que espanta o torcedor de um campeonato hoje é: fórmula confusa, mal organizada e fases de classificação sem sentido. Pega o que é hoje a Copa do Brasil de 2017 com o que era até 2012.. A competição deu uma média um pouco acima da Série D desse ano. A competição ficou ridícula.

    O problema é que os próprios clubes optaram assim. No dia que as outras federações fizerem igual a FPF aqui que limitou às equipes a inscrição de 28 jogadores e os clubes grandes obrigados a escalarem os melhores, aí teremos um campeonato estadual valorizado.

    O problema do calendário brasileiro piorou quando incharam a Libertadores e a Sul-Americana e na Copa do Brasil. Qual a vantagem de ter 14 times brasileiros nas duas competições? 5 representantes na Libertadores ainda vai, mas 7? Precisa disso? A sul-americana ainda é discutível por ser mais “copa” e eliminatória. Qual a vantagem de ter 4 times da Bolívia numa Libertadores?

    A Copa do Brasil merece um destaque ainda pior. Precisa colocar 11 times direto nas oitavas? Por que não colocar eles desde o começo ou no máximo uma segunda fase? Por que não voltar à fórmula de disputa que era até 2012 ou então um formato onde os grandes e outros times melhores rankeados entrem na segunda fase da competição?

    O calendário brasileiro no formato que está sendo adotado (30 dias de férias e 30 de pré-temporada) dá condições de todos os campeonatos serem disputados (mais as datas de amistosos e jogos oficiais das seleções), mas precisa de algumas arestas serem aparadas. Libertadores e Sul-Americana serem num semestre só e Copa do Brasil ser em outro semestre (algo assim: Estadual com 18 datas, Libertadores com 14 datas, Sul-Americana com 12 datas, Copa do Brasil com até 11 datas e Brasileiro com 38 datas). E alinhar o calendário brasileiro ao europeu, que já passou da hora de acontecer. Exceção a esse ano que tem copa, mas de 2015 até agora deu muito certo.

    Estatísticamente falando, alguns clubes que disputaram todas as competições nos últimos 6 anos:

    – Corinthians: 74 jogos em 2012 (Paulista 20 jogos, Libertadores 14 jogos, Brasileiro 38 jogos e Mundial de Clubes 2 jogos
    – Santos: 75 jogos em 2012 (23 jogos no Paulista, 12 jogos na Libertadores, 38 jogos no Campeonato Brasileiro e 2 jogos na Recopa Sul-Americana)
    – Atlético MG: 71 jogos em 2013(15 jogos no Campeonato Mineiro, 14 na Libertadores, 38 no Brasileiro e 2 no Mundial e 2 na Copa do Brasil).
    – Corinthians: 75 jogos em 2013 (23 no Paulista, 4 na Copa do Brasil, 8 na Libertadores, 2 na Recopa e 38 na Série A)
    – Cruzeiro: 71 jogos em 2014 (15 jogos no Mineiro, 12 na Libertadores, 38 no Brasileiro e 8 na Copa do Brasil)
    – Inter: 74 jogos em 2015 (20 no Gaúcho, 38 no Brasileiro, 12 na Libertadores, 4 na Copa do Brasil)
    – São Paulo: 69 jogos em 2016 (17 no Paulista, 38 no Brasileiro, 14 na Libertadores e 2 na Copa do Brasil)
    – Grêmio: 77 jogos em 2017 (15 no Gaúcho, 6 na Copa do Brasil, 38 no Brasileiro, 14 na Libertadores e 2 no Mundial de Clubes).

    Num calendário mais racional, um clube que é campeão continental (Libertadores ou Sul-Americana) está dispensado da Copa do Brasil, podendo priorizar o Brasileiro inclusive. Um time que dispute os estaduais, Libertadores e Brasileiro chegará ao máximo de 68/70 jogos, sem contar um possível mundial de clubes (iria até 72 no máximo). Um time que dispute a Sul-Americana, estadual e Brasileiro chegaria ao máximo de 66/68 jogos. Um time que dispute apenas Estadual, Copa do Brasil e Brasileiro chegaria ao máximo de 60/63 jogos. Tudo isso numa temporada.

    O que você diz?

  2. O Mogi Mirim foi rebaixado para a quarta divisão estadual. Será que ainda irão disputar a Série D? Acredito que URT e Maranhão devem estar de olho (já que são os únicos times que não conseguiram vaga e ficaram entre os 8 melhores ano passado) para uma possível desistência. América-RN e São José-RS estão na divisão desse ano.

    1. João Pedro 14 mar 2018 — 01:25

      Nem URT, nem Maranhão. Em caso de de desistência de qualquer clube, mesmo os rebaixados da Série C do ano anterior, a vaga é repassada para o campeonato estadual do estado do clube desistente. Esse ponto está bem claro no regulamento da Série D. Não concordo, entendo pessoalmente que a vaga deveria ser da CBF e não da federação estadual, mas é assim a regra.

      Fala-se do caso do Ituano, que supostamente herdou a vaga do Guaratinguetá na Série D 2017 porque era o 6º colocado da Série D 2016, enquanto que o Atlético-AC (5º) já tinha vaga garantida. Isso foi apenas uma coincidência. O Ituano era o melhor clube não divisionado do Campeonato Paulista 2016, e por isso recebeu a vaga repassada.

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