Revista Série Z BRASIL,LAS FERAS MEIA BOCA,POR ONDE ANDA?,SÃO PAULO Las Feras Meia Boca: Ponte Preta (2003-2013)

Las Feras Meia Boca: Ponte Preta (2003-2013)



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Atualizado em 24 de junho de 2022, às 14h42

Sabemos que a tradução ali não foi a melhor, mas o “las” já indica que se trata de gringos e a “feras meia boca” remete a uma frase de Carneiro Neto quando narrava uma partida de futebol e acabou se tornando parte da descrição da Comunidade Futebol Alternativo no Orkut. Pois bem, aqui iremos conferir antigos elencos de equipes brasileiras para encontrar aquele jogador estrangeiro que passou por lá e (não) deixou (nenhuma) saudade para os torcedores. Estamos considerando, os elencos do Século XXI, pois queremos mostrar se algum desses continua jogando.

A primeira equipe é a Ponte Preta, que teve argentino, uruguaio, boliviano, peruano e chileno nesses últimos 13 anos. Confira a lista e veja se lembra de algum desses!

Darío Gigena (2003 e 2011)

(Foto: Marco Sako)
(Foto: Marco Sako)

Um herói! Assim é lembrado, o argentino Darío Gigena, que em 2003 foi um dos símbolos da campanha que salvou a Ponte do rebaixamento na última rodada. O atacante fez três gols em um clássico contra o Guarani, fez sete gols na Série A e ficou conhecido pela máscara da macaca que utilizava para comemoração. Em 2011, retornou, mas sem o sucesso de outrora. Encerrou a carreira em 2012, atuando pelo Sarmiento de Leones.

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Carlos Frontini (2004)

Argentino de nascimento, mas brasileiro de criação. O centroavante Frontini nunca atuou na Argentina. Começou a carreira no Mogi Mirim e andou pelo Brasil, até chegar na Ponte Preta em 2005, vindo do Marília. Fez poucos jogos até ser emprestado ao Santos. Continua jogando, desde 2015 está no Vila Nova. Até se aposentar em 2021, ele jogou no CRAC, Sergipe, XV de Piracicaba, Confiança, Ypiranga, Cianorte, Jaraguá, Treze, Campinense, Costa Rica e, novamente, Vila Nova, onde encerrou a carreira.

Julio Rodriguez (2006)

Quando atuava pelo Huracán Buceo, o volante uruguaio, Julio Rodriguez foi convocado para a Copa América 2001. Depois disso, o Nacional o contratou, mas a carreira nunca deslanchou, passando inclusive pelo Grêmio e XV de Campo Bom. Em 2006, ele chegou em Campinas, mas foi reserva na maior parte da estadia do Paulista A-1. Foi dispensado na véspera do Brasileirão. Fez carreira no Real España, de Honduras, e disputou a última temporada pelo Central Español, do Uruguai.

Juan Marchisio (2009)

(Foto: Reprodução/Futebol Portenho)
(Foto: Reprodução/Futebol Portenho)

A passagem de Juan Marchisio foi diferente, digamos. Vindo do modesto Defensores de Belgrano, o argentino começou bem, até sofrer uma lesão no joelho. Durante dois meses e meio, ficou fora da Ponte, onde foi liberado pelo departamento médico após a artroscopia, mas em setembro retornou para recomeçar, mas não voltou a jogar como queria. Vale a pena conferir uma entrevista que concedeu ao Futebol Portenho, além desse vídeo (genial) com lances do atleta na Ponte.  Agora com 34 anos não há relatos se está atuando desde 2010, quando possivelmente teria voltado ao Argentinos Jrs.

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Gustavo Savoia (2009)

(Foto: Assessoria de Imprensa/AAPP)
(Foto: Assessoria de Imprensa/AAPP)

Anunciado em dezembro de 2008, autor de um gol de calcanhar durante o Paulista e dispensado em agosto de 2009. Foi meteórica, a passagem do centroavante argentino Gustavo Savoia, pelo Moisés Lucarelli. O jogador atuou em 2012, pelo XV de Piracicaba e Fortaleza. O último registro do atleta data de 2012/13, quando jogou no Mitre, da Argentina.

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Pablo Escobar (2010)

(Foto: Leandro Ferreira/Agência Anhanguera/Gazeta Press)
(Foto: Leandro Ferreira/Agência Anhanguera/Gazeta Press)

Até hoje lembrado pelas bandas de Ipatinga e Santo André, o boliviano Pablo Escobar não teve uma grande passagem pela Ponte Preta, apesar das 21 partidas e três gols. Fez todo final de carreira pelo The Strongest, onde é ídolo. Fez 24 partidas pela seleção colombiana. Em 2019, assumiu como treinador do The Strongest, teve mais duas temporadas pelo Sol de América e há dois anos não comanda uma equipe.

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Renato González (2010)

(Foto: Reprodução)
(Foto: Reprodução)

Em fevereiro de 2010, a Ponte Preta foi até o Chile para apostar em uma “promessa” local: Renato González, 20 anos. Passou um período aguardando a liberação definitiva do Palestino, antigo clube e durante uma folga na terra natal presenciou um terremoto. Fez apenas nove jogos e foi dispensado em novembro. O Universidad Concepción é o atual clube do meio-campo. A partir de 2018, passou atuar na segunda divisão chilena e em 2022 joga pelo Deportes Valdívia.

Luis Advíncula (2013)

(Foto: Assessoria de Imprensa/AAPP)
(Foto: Assessoria de Imprensa/AAPP)

Advíncula surgiu como uma grande promessa do futebol peruano, tendo sido contratado pelo Hoffenheim, de onde chegou por empréstimo. Em campo, era rápido, assim como a passagem dele na Macaca, onde atuou por apenas seis jogos. Posteriormente, se recuperou na carreira, hoje atua pelo Newell’s Old Boys e é presença certa nas convocações da seleção. Depois da publicação original, Advincula jogou no México, Espanha e está há três anos no Boca Juniors, como titular. Além disso, foi vice-campeão da Copa América 2019 e disputou a Copa do Mundo de 2018.

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Luis Ramírez (2013)

(Foto: Leandro Ferreira/AAN)
(Foto: Leandro Ferreira/AAN)

Contratado pelo Corinthians em 2011, o meio-campo não teve uma regularidade no Parque São Jorge. Sendo assim, a Ponte buscou o jogador na capital. Fez 28 jogos e marcou dois, entre fevereiro e setembro de 2013, nem mesmo participou da fase decisiva da histórica campanha na Copa Sul-Americana, sendo dispensado em outubro. Aos 31 anos, defende o Alianza Lima. Anos depois, ele ficou no Alianza por mais quatro temporadas até acertar com o Sport Boys Callao onde atua desde 2020.

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Brian Sarmiento (2013)

(Foto: Carlos Velardi/EPTV)
(Foto: Carlos Velardi/EPTV)

O ano de 2013 não foi bom para os estrangeiros da Ponte. Outro que fazia parte do elenco era Brian Sarmiento, argentino, meio-campo baixo e veloz, que não agradou ninguém, incluindo o treinador Jorginho, que chamou os três “gringos” de “tecnicamente fracos”. Chegou em junho e foi embora em outubro, com apenas três jogos. O Banfield é o seu atual clube! Em 2021, o último dele como jogador foi pelo Aurora, após passagem pela Grécia e Argentina.

Neste ano, a Ponte Preta chegou a anunciar o meia Alejandro Martinuccio, mas não foi aprovado nos exames, deixando a equipe para depois acertar com a Chapecoense. Essa é a primeira postagem da série. Qualquer dia, voltamos com mais Las Feras!

3 thoughts on “Las Feras Meia Boca: Ponte Preta (2003-2013)”

  1. Felipe disse:

    Muito boa a matéria, vai ser muito interessante acompanhar as novas postagens.

    De todos que estão que foram citados acho que o mais que decepcionou foi o Advincula, visto que ele pintou muito bem na seleção peruana.

    1. Pode acompanhar, sim. Legal que gostou. Essas feras precisam ser lembradas (ou não)!

      1. julio carlos disse:

        sim muito interesante pois tem muito jogador queremos saber o destino parabens

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